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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


domingo, 22 de março de 2015

O significado de mostrar a linguá



Como eu sempre digo: Tudo tem um simbolismo e portanto um significado.
Como eu falo também: As pessoas costumam não ver nada de mais nas coisas. ai eu digo: É exatamente pelo fato de não ver, que não enxerga. As pessoas precisam entender que muitas coisas que são aplicadas hoje, já existem há muito tempo, pelo menos há milhares e talvez milhões de anos. Algumas modinhas que achamos que é recente, nas verdade já existia a muito e muito tempo, e tudo tinha um significado oculto.
Um simples bater de mão com mão, um aplauso, um acender de vela, um assopro de vela,um gesto  com as mãos, um sinal com as mãos, e também mostrar a língua. tudo tem um simbolismo oculto e um significado.
Mas mesmo assim, muitos vão achar bobagem e sem importância. Isso é porque foge do seu conhecimento e da grande maioria que não se importam em adquiri-lo.
EVITEM TIRAR FOTOS DANDO LÍNGUA...
O significado de amostrar e tirar fotos com a linguá de fora !
Essa é pra você que gosta de tirar foto mostrando a linguá.
Os artistas tiravam tais fotos, e todo mudo resolveu imita-los, pois é um grande e mal intencionado erro. Desde sempre e principalmente nos tempos modernos, os artistas são comandados pelo governo das sombra e Illuminati.











O povo erra por falta de conhecimento!!!
O ato de postar fotos mostrando a língua além de ser falta de educação é uma forma de adorar uma entidade do hinduísmo chamada Kali.
Kali, do sânscrito Kālī काली (que significa, literalmente, A Neg...ra), é uma das divindades mais cultuadas do Hinduísmo.

No paganismo ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa "negra" - é a esposa do deus Shiva, segundo o tântrismo é a divina Mãe do universo, destruidora de toda a maldade. É representada como uma mulher exuberante, de pele escura, que traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados - expressando, assim, a implacabilidade da morte.


A lenda conta que, numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este fez o desespero de Durga com um maléfico poder: cada gota do sangue se transformava em um demônio. Durga e Shiva, ao tentar matar os vários demônios que surgiam a cada gota de sangue, cortavam a cabeça (e daí nasciam mais e mais demônios). Já em desespero, surge Kali, que cortava as cabeças e lambia o sangue (daí representado pelo colar de cabeças, pela adaga e a língua de fora). Assim, dizimou os demônios-clones de Rakta













































Teoria atômica foi, na verdade, formulada há 2600 anos





John Dalton (1766 – 1844), um cientista inglês, é o homem conhecido por ter desenvolvido a teoria atômica. No entanto, uma teoria sobre átomos foi, de fato, formulada 2500 anos antes de Dalton, por um filósofo indiano, conhecido como Acharya Kanad.
Acharya Kanad nasceu em 600 a.C., em Prabhas Kshetra (próximo a Dwaraka) em Gujarat, na Índia. Seu verdadeiro nome era Kashyap.
Kashyap estava em uma peregrinação para Prayag, quando viu milhares de peregrinos cobrindo as ruas com flores e grãos de arroz para oferecer ao templo. Kashyap, fascinado por pequenas partículas, começou a catar os grãos de arroz. Uma multidão se reuniu em volta dele para vê-lo colher os grãos que nem um mendigo pegaria. Ele disse que os grãos individuais em si podem parecer inúteis, mas uma coleção de aproximadamente 100 grãos compõem uma refeição, a coleção de muitas refeições alimentaria uma família, e finalmente a humanidade é composta por várias famílias. Sendo assim, um grão de arroz era tão importante quanto todas as riquezas do mundo. Desde então, as pessoas começaram a chamá-lo de ‘Kanad’, pois ‘Kan’ em sânscrito significa ‘a menor partícula’.
Kanad prosseguiu com seu fascínio pelo mundo invisível, e continuou tentando conceituar a ideia da menor partícula. Ele começou a escrever suas ideias e ensiná-las para outras pessoas. Assim, passaram a chamá-lo de ‘Acharya’ (o professor). Daí o nome Acharya Kanad (o professor das pequenas partículas).
A concepção de Kanad sobre Anu (o átomo)
Certo dia, Kanad estava andando com um pouco de comida em suas mãos, e ao quebrá-la em pedaços, percebeu que não era capaz de dividir a comida de forma ilimitada. A partir desse momento, Kanad conceituou a ideia de uma partícula que não podia ser dividida. Ele chamou essa partícula invisível de Parmanu, ou anu (átomo).
Acharya Kanad propôs que esta partícula invisível não poderia ser sentida por nenhum órgão humano ou vista a olho nu, e que um desejo inerente fez um Parmanu se unir a outro. Quando dois Parmanu da mesma classe se unem, uma Dwinuka (molécula binária) se forma. Este Dwinuka tinha propriedades semelhantes aos dois pais Parmanu.
Kanad sugeriu que eram as diferentes combinações de Parmanu que produziam as diferentes substâncias. Ele também apresentou a ideia de que os átomos podem ser combinados de várias maneiras para produzir mudanças químicas em presença de outros fatores, como por exemplo, o calor. Ele também citou o escurecimento do pote de barro e a maturação da fruta como exemplares desse fenômeno.
Acharya Kanad fundou a escola Vaisheshika de filosofia, onde transmitiu seus entendimentos sobre o átomo e a natureza do universo. Ele escreveu um livro sobre sua pesquisa “Vaisheshik Darshan”, e tornou-se conhecido como “O pai da teoria atômica”.
No Ocidente, o atomismo surgiu no século 5 a.C., com os antigos gregos Leucipo e Demócrito. Se a cultura indiana influenciou a grega, ou vice versa, ou se ambas evoluíram de forma independente, é uma questão de disputas.
É relatado que Kanad disse: “Cada objeto da criação é feito por átomos, que por sua vez se conectam uns com os outros para formar moléculas”. Sua teoria atômica era abstrata e alicerçada na filosofia, pois foi baseada na lógica, e não na experiência pessoal ou experimentação. Mas, nas palavras de A.L. Basham, o veterano indologista australiano, “são brilhantes ideias imaginativas da estrutura física do mundo, e em grande parte, estão em concordância com as descobertas da física moderna”.
Ancient Origins



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