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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


terça-feira, 17 de março de 2015

Os 7 elementos do universo







Os 7 elementos do universo

Zilhões de partículas se movendo freneticamente dão forma a tudo o que vemos nesse mundo. Essas partículas, estudadas pela física quântica e que vão muito além do átomo uma vez pensado para ser indivisível, são tão pequenas que desafiam nossa compreensão. Nesse artigo, vamos explicar os constituintes básicos do universo – e o que realmente pode ser chamado de fundamental.
1. Neutrino
A cada segundo, cerca de centenas de bilhões de partículas praticamente sem massa atravessam seu corpo quase na velocidade da luz. O efeito disso tudo? Praticamente nulo. Acontece que essas partículas fantasmagóricas chamadas neutrinos quase não interagem com a matéria comum. Também são partículas neutras (sem carga elétrica).
Neutrinos surgem no núcleo do átomo, quando um próton se transforma em um nêutron ou vice-versa. Isso acontece a todo instante nos átomos de hidrogênio de estrelas como o Sol, e dentro de cada de um nós.
2. Elétron
O elétron, diferentemente do “nômade” neutrino, tem seu “habitat natural”: é a periferia do átomo, também conhecida como eletrosfera. Acontece que o átomo é 99,99% de espaço vazio. Se aumentarmos o tamanho do núcleo de um átomo para o tamanho da cabeça de um alfinete, todo o átomo teria aproximadamente o tamanho de um grande estádio de futebol.
Essas partículas, descobertas em 1897, possuem massa desprezível, mas não podemos dizer o mesmo de sua utilidade. Quando se chocam contra a tela da TV, criam uma imagem; quando movem-se no filamento da lâmpada, a mantém acesa; quando se espremem contra o fundo do ferro de passar, produzem calor; e transformam em dados as batidas do seu teclado.
3. Quarks
Quarks são as partículas que formam os prótons e nêutrons (as superpartículas que formam o núcleo do átomo). Cada próton e nêutron é formado por 3 quarks. Na verdade, os quarks são como amigos inseparáveis – só andam em grupos de 3 (ninguém nunca viu um quark solitário em laboratório) e possuem uma “carga elétrica” chamada cor, que pode ser azul, vermelha ou verde. Dentro desse grupo, eles trocam de carga (cor) todo instante em um desfile frenético dentro do átomo. Os quarks são mantidos nesses grupos por uma força incrível, que os puxa de volta sempre que eles tentam se separar. É a chamada força nuclear forte, que também é formada por uma partícula: o glúon.
Obs: Os prótons possuem carga elétrica positiva, e os elétrons negativa. Os nêutrons são desprovidos de carga elétrica, pois não apresentam efeitos elétricos.
4. Glúon
Glúons ficam circulando de um quark a outro dentro do grupo e são responsáveis pela troca de carga. Funcionam como uma mola – deixa os quarks livres quando estão próximos, mas os puxa violentamente quando se afastam.
A força nuclear forte, formada pelos glúons, é a mais forte do universo – muito, mas muito mais forte do que a gravidade que nos mantém presos ao chão. Essa força é responsável por manter o átomo (e, por consequência, tudo o que existe no universo) coeso. Apesar de muito forte, não é uma força infalível – a mola pode arrebentar. Quando isso acontece, temos a fissão nuclear (um átomo é dividido em dois), ou o decaimento radioativo (quando os pedaços do núcleo atômico se soltam e se espalham). Toda essa desordem, popularmente conhecida como radioatividade, é formada por partículas bagunceiras, as destruidoras dos átomos. São os pouco conhecidos bósons da força fraca.
5. Bósons da força fraca
São partículas grandes e pesadas, e “inimigas” dos quarks, elétrons e neutrinos. São formadas por 3 elementos: os bósons W-, W+ e Z – todos mais de 86 vezes mais pesados que um próton. Eles podem até mesmo expulsar partículas de dentro dos átomos mais pesados (quando isso acontece, temos a radiação). Felizmente, essa força é menos intensa que a nuclear forte (cerca de 100 mil vezes mais fraca). Por isso foi chamada de “força nuclear fraca” (ainda assim, é mais forte que a gravidade).
6. Fóton
Também chamados de partículas de luz, os fótons formam a luz visível. Além disso, essas partículas sem massa carregam a força eletromagnética, a segunda mais forte do universo (apenas 100 vezes mais fraca que a força nuclear forte e bilhões de vezes mais intensa que a gravidade).
Se você já leu o artigo “Você sabia que é fisicamente impossível encostar em algo ou alguém?“, sabe que o toque em algo ou alguém não é nada mais do que a repulsão eletromagnética entre sua mão (ou qualquer parte do corpo) ao outro objeto (ou pessoa). Então, da próxima vez que fizer sexo, lembre-se que tudo o que está acontecendo é na verdade uma troca de fótons.
Enfim, a força eletromagnética é também responsável por manter os elétrons em torno do núcleo do átomo. Ela é também responsável por gerir as ligações químicas dos átomos e moléculas.

7. Gráviton
Já falamos sobre 3 forças fundamentais da natureza (o eletromagnetismo, a força nuclear forte e a força nuclear fraca). Ainda falta a última – a gravidade. Força tão bem explicada pela relatividade de Einstein é a pedra no sapato dos físicos quânticos. Acontece que, para a mecânica quântica, todas as forças são feitas por alguma partícula de energia. Físicos até teorizaram a partícula responsável pela gravidade – o gráviton -, mas ele nunca foi descoberto. Continua sendo a peça faltando no Modelo Padrão, que explica tudo o que já abordamos aqui e mais um pouco.
Há quem diga que para completar esse quebra-cabeça (e, de quebra, conciliar a física quântica com a relatividade de Einstein, duas teorias incompatíveis), é preciso ir além e entrar em um mundo ainda mais misterioso e estranho que o quântico – o das supercordas, que são entidades teóricas ainda mais fundamentais que tudo o que vimos aqui e que dizem que estamos vivendo em um universo com 11 dimensões. Seja como for, é um assunto para outro dia. 

A verdade sobre os cavaleiros templários



Um grupo que deu origem a maçonaria e a sociedade secreta"Illuminati". esse grupo foi chamado de "Cavaleiros templários". essa organização existiu por 2 séculos na época da idade média. seu nascimento é datado do ano de 1096, com o propósito de proteger os fieis cristãos que volvam de fazer a peregrinação em Jerusalém.


O inicio e a missão.
Não faremos uma análise histórica aqui com datas e detalhes, iremos direto ao ponto, ao de provar o quão misteriosa e importante essa sociedade foi para as demais sociedades secretas. O grupo de cavaleiros templários iniciou através de Hugo de Payens, com o apoio de mais 8 cavaleiros.Tudo começou após a Primeira Cruzada, com a finalidade de proteger os peregrinos que tentassem chegar em Jerusalém, porém eram vítimas de ladrões,e a Terra Santa dos ataques dos muçulmanos mantendo os reinos cristãos que as Cruzadas haviam fundado no Oriente.

Oficialmente aprovada pela Igreja Católica por meio do papa Honório II em torno de1128, a ordem ganhou isenções e privilégios, dentre os quais o de que seu líder teria o direito de se comunicar diretamente com o papa. A Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a cristandade, e cresceu rapidamente tanto em membros quanto em poder; seus membros estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas e os membros não-combatentes da Ordem geriam uma vasta infra-estrutura econômica, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistema bancário, e erguendo muitas fortificações por toda a Europa e aTerra Santa.


Sucesso e Mistério:
Porém essa organização tinha um grande e vultuoso mistério, o fato de terem vasculhado toda a Jerusalém atrás dos vestígios do templo do Rei Salomão, o certo é que esse grupo voltou da terra santa, com muitos tesouros, livros e estranhos rituais secretos trazidos oriundos de crenças egípcias. Com tantos tesouros essa sociedade acabou chamando a atenção, tanto que consegui chegar ao número de 400 cavaleiros templários, cada membro doava tudo o que tinha para a organização. O poder da Ordem tornou-se tão grande que, em 1139, o papa Inocêncio II emitiu um documento declarando que os templários não deviam obediência a nenhum poder secular ou eclesiástico, apenas ao próprio Papa.


Com o passar do tempo a ordem ficou riquíssima e muito poderosa: receberam várias doações de terras na Europa, ganharam enorme poder político, militar e econômico, o que acabou permitindo estabelecer uma rede de grande influência no continente.Também começaram a ser admitidas na ordem, devido à necessidade de contingente, pessoas que não atendiam aos critérios que eram levados em conta no início. Logo, o fervor cristão, a vida austera e a vontade de defender os cristãos da morte deixaram de ser as motivações principais dos cavaleiros templários.


O Fim da Ordem em uma sexta feira 13:
A ordem em si era secreta, apenas os membros tinham acesso aos tesouros e a sabedoria compartilhadas entre eles através de seus Livros, ritos e rituais secretos," um deles de adoram Baphomet, o Dêmonio Bode". por ser a segunda força em toda a Europa em Poder, a Igreja católica se sentiu ameaçada e começou a levantar rumores que a Ordem adorava ao diabo e fazia rituais de satanismo.


Sendo assim, ordem de prisão foi redigida em 14 de Setembro de 1307 no dia da exaltação da Santa Cruz, e no dia 13 de Outubro de 1307 (uma sexta-feira) o rei Felipe obrigou o comparecimento de todos os templários da França. Os templários foram encarcerados em masmorras e submetidos a torturas para se declararem culpados de heresia, no pergaminho redigido após a investigação dos interrogatórios, no Castelo de Chinon, no qual Filipe IV de França (Felipe, o Belo), influenciado por Guilherme de Nogaret havia prendido ilicitamente o último grão-mestre do Templo e alguns altos dignitários da Ordem.


Muitos templários fugiram da perseguição e mantiveram seus mistérios e crenças, dessa forma os templários tinham um profundo rancor e ódio com a igreja católica, pelo fim da sua dinastia de poder na Europa. Dessa forma, os templários se infiltraram na sociedade dos pedreiros livres na França, alguns séculos depois, Surgindo assim a Maçonaria, que propiciou regras, leis, Livros e ideias iluministas que contribuíram para que a partir da re Revolução francesa no fim do século 18, derrubasse o poder da igreja católica do poder dos reinos junto com a nobreza e a monarquia. Para quem quer se aprofundar mais e saber os propósitos dessa sociedade, basta acompanhar essas 


paginas abaixo:

Se preferir assista esses vídeos abaixo:






































AS ALTERAÇÕES DOS CAMPOS MAGNÉTICOS DA TERRA ALTERAM NOSSO CORPO.

A Freqüência de Schumann mostra-nos que estamos muito mais suscetíveis às alterações de frequência da Terra do que imaginávamos.
Como é uma energia que não vemos e os efeitos são escondidos de todos, situações como depressão, ansiedade, alteração da imunidade e outros, diretamente agindo nas ondas Alfa do nosso cérebro, são causados por estas alterações. Vejam nesta matéria detalhes que são estudados há muitos anos.
Quer saber em quanto está a Ressonância de Schumann, que deveria estar em 7.84 Hz?
Veja a Matéria:
Um estudo recente publicado na revista científica “Nature” indica uma conexão direta entre a geração de partículas carregadas do Sol, como as explosões solares, ejeções de massa coronal (EMCs) e buracos coronais, que, de vez em quando abrem grandes lacunas de partículas do Sol altamente carregadas, muitas vezes atingindo um tamanho de bombeamento 20, enviando bolhas de partículas carregadas para o espaço e, ocasionalmente, como se fossem armas dirigidas para a Terra.
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A ligação entre as partículas carregadas (raios cósmicos, flares solares, EMC) e seus efeitos sobre animais e seres humanos foi descrita extensivamente em 2003, no meu livro “Rain Solar – As Mudanças da Terra começaram”. Este fenômeno também é mostrado na minha publicação “Equação – Partículas Carregadas (manchas solares, flares solares, filamentos, buracos coronais, etc.) – Mudança magnética de campo – Mudando oceanos, correntezas e córregos – Clima extremo e disfunção humana (Mitch Battros 1998 Atualizado: 2012)
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Nova pesquisa científica nos diz que muitos animais podem sentir o campo magnético da Terra. Os animais e os seres humanos têm um campo magnético que os rodeia – exatamente da mesma forma que o campo magnético ao redor da Terra, como seu protetor. No que se refere aos seres humanos e, talvez, a vários animais, as partículas carregadas do Sol e da nossa Via Láctea podem causar emoções negativas.
Neste estudo, o pesquisador russo Oleg Shumilov afirma: “Se os animais podem sentir o campo magnético da Terra, então por que não as pessoas”.Shumilov analisou a atividade no campo geomagnético da Terra 1948-1997 e descobriu que ele está agrupado em três picos sazonais a cada ano: Um período de março a maio, outro em julho e o última em outubro. Ele também descobriu que os “picos de geomagnetismo coincidia com picos no número de transtornos do humor, ou seja, depressão, ansiedade, bi-polares (alterações de humor) e até suicídios na cidade russa do norte do Kirovsk, durante o mesmo período.”
Kelly Posner, um psiquiatra da Universidade de Columbia, diz: “A explicação mais plausível para a associação entre a atividade geomagnética e a depressão e suicídio é que tempestades geomagnéticas podem dessincronizar ritmos circadianos e a produção de melatonina.”
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A glândula pineal, que regula a produção de melatonina e do ritmo circadiano 24 horas, é sensível aos campos magnéticos. Posner afirma: “O sistema de regulação circadiana depende de estímulos ambientais repetidos (sincronizados) com relógios internos, e campos magnéticos podem ser um desses estímulos ambientais.”.
Em um estudo recente, publicado na revista científica “Geophysical Research”, indica que um gene dormente está residindo dentro de todos nós, apenas pronto para ser aproveitado. Ele é conhecido como ‘criptocromos’ (CRY).
Criptocromos (choro) são uma classe de flavoproteínas azuis, sensíveis à luz, encontradas em plantas e animais. Eles estão envolvidos no “circadiano” – 24 horas de ritmos cíclicos da vida diária.
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Há evidências consistentes de uma influência de campos geomagnéticos sobre a sensibilidade à luz do sistema visual humano. Além disso, tem sido proposto recentemente que as respostas magnéticas sensíveis à luz não são utilizadas apenas para informação direcional, mas também podem auxiliar na visão espacial (espaço) e percepção em mamíferos, proporcionando um sistema de coordenadas esféricas para a integração de uma direção no sentido de passagem. Portanto, foram avaliados o potencial dependente da luz com sensor magnético de choro humano.
Observe a palavra ‘espacial’. A palavra significa ter uma orientação cognitiva do espaço. Neste caso, o estudo está se referindo à atmosfera da Terra. No entanto, eu acredito que vai muito além de nosso planeta. Gostaria de sugerir isto na verdade – é que a maioria das antigas tribos espiritualmente avançada têm descrito através de todos os meios de textos antigos e da linguagem.
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O pesquisador chefe, Robert J. Gegear, do Departamento de Neurobiologia da Universidade de Massachusetts Medical School, destaca as suas conclusões: “Nosso estudo sugere que os seres humanos podem ser geneticamente pré-dispostos à influência de fluxo geomagnético que se relaciona com o campo magnético da Terra e as partículas carregadas, tais como erupções solares, ejeções de massa coronal, raios gama e raios cósmicos galácticos “.
Para aqueles de vocês que têm acompanhado ECM ao longo dos anos, notem que eu adicionei a seguinte declaração a todos os meus boletins, e vamos discutir em maior detalhe em conferências agendadas:
“Eu comecei a notar que não é apenas as mudanças na Terra externas que estão mudando, mas os seres humanos, bem.. Lembrem-se:.. Nós também temos campos magnéticos que cercam cada um de nós e eu acho que é realista conjeturar o que é acontecendo “externamente” também está acontecendo “internamente.” Eu acredito que a ciência atual vai reconhecer essa noção, mostrando que “partículas carregadas” do Sol e sua influência no campo magnético da Terra são indícios de mudança. De forma semelhante, este mesmo efeito causal ocorre com campos magnéticos humanos, inaugurando uma mudança ou “transição”. Talvez seja isso o que nossos anciãos maias estavam tentando nos dizer— (Battros Mitch 2005)
Fonte: http://www.earthchangesmedia.com/secure/3247.326/article-9162532816.php

Os Reinos dos Híbridos Sanguinários


ÓTIMO DOCUMENTÁRIO
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Assassinos Coroados

ESSE DOCUMENTÁRIO TRÁS A PERVERSIDADE, A MALDADE
DO SISTEMA MONÁRQUICO. OS HÍBRIDOS REPTILIANOS E MALDITOS DAS NOBREZAS: ASSASSINOS COROADOS
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PARTE 1: Assassinos Coroados - Ocultismo: A toca do coelho
https://www.youtube.com/watch?v=8HTydSF01A8


PARTE 2: Assassinos Coroados - Ocultismo: Conexão Nazi
https://www.youtube.com/watch?v=xin9R7allz0
PARTE 3: Assassinos Coroados - Ocultismo: Sacrifícios humanos
PARTE 4: Assassinos Coroados - Ocultismo: Magia Negra
PARTE 5: Assassinos Coroados - Ocultismo: O Selo de Salomão e o Grimório Goética










A verdade sobre as pragas do Egito





O filme Êxodo: Deuses e Reis, dirigido por Ridley Scott, coloca em primeiro plano novamente um dos fatos mais importantes da cultura ocidental: o Êxodo do Antigo Testamento. As pragas, que segundo os textos bíblicos foram o modo utilizado por Jeová para deixar o Egito marchar em direção ao povo hebreu, até então submetido à escravidão, tem sido motivo de estudo para a ciência, que, atualmente tenta encontrar veracidade nos fenômenos narrados na Bíblia e encontrar suas causas.


A água se transforma em sangue:
Esse fenômeno, considerado o primeiro castigo divino sobre o Egito, pode ter relação com a poeira do Saara. A substância vermelha, proveniente do deserto, pode ser transportada através do ar, se misturar à agua encontrada nas nuvens e cair finalmente em forma de chuva; ou então se ligar com o ferro encontrado no fundo do Nilo: ao emergir, esta substância acobreada teria tingido as águas de 


vermelho e causado a morte de dezenas de peixes por falta de oxigênio.
O vulcão do desastre:
Por volta do ano 1550 a.C., houve uma terrível explosão vulcânica que arrasou a Civilização Minoica e provocou grandes catástrofes nos territórios do Mar Mediterrâneo. A explosão causou uma enorme coluna de fumaça e cinzas que afetaram as regiões localizadas a centenas de quilômetros, como é o caso do Egito.

Rãs, piolhos, moscas e a morte do gado
A intoxicação das águas causou as “pragas” seguintes: girinos e rãs saíram do Nilo, gerando uma invasão de anfíbios. A falta de higiene reinante na população (que não poderia se banhar no rio) provocou o aparecimento massivo de piolhos. A invasão de moscas e insetos é lógica também em uma região na qual morreram muitos animais devido à toxicidade das águas. A morte do gado dos egípcios, por sua vez, teria sido por causa das doenças trazidas pelos insetos.

Pústulas e úlceras na pele
Também foram devidas às nuvens de poeira causadas pela erupção do vulcão Thera. Granizo, fogo e trevas: sobre o Egito teriam caído cristais vulcânicos produzidos após a erupção. Uma nuvem torrencial de cinzas provocada pelo Thera provocou uma escuridão na região (causando, assim, a nona praga, a das trevas).

A praga dos gafanhotos
Embora esse tipo de inseto atue de forma individual, há épocas em que tendem a se unir a grupos gigantes. Esses enxames costumam viajar a lugares com muitas chuvas e ventos fortes, portanto, é lógico que isso tenha acontecido após a tempestade de granizo.





A morte dos primogênitos
Acredita-se que, naqueles anos, um fungo perigoso envenenou as lavouras de grãos. Como os primogênitos tinham o privilégio de comer primeiro, é possível que tenham sido intoxicados em maior medida, morrendo em massa.
Fonte e imagens: Hoy Cinema, 20minutos, Egiptología, Diarioadn e protestantedigital









COMPARAÇÃO DE PESQUISA:

Pesquisadores acreditam terem encontrado evidências dos verdadeiros desastres naturais das dez pragas do Egito, que levou Moisés a libertar os israelitas da escravidão no livro bíblico Êxodo.

Mas ao invés de explicá-los como decorrentes de um ato de Deus, os cientistas afirmam que as causas das pragas podem ser atribuídas a uma cadeia de fenômenos naturais provocados por mudanças no clima e as catástrofes ambientais que aconteceram há centenas de quilômetros de distância.
Eles compilaram evidências convincentes que oferecem novas explicações para as pragas bíblicas, que será apresentada em uma nova série a ser transmitida no canal de televisão Nacional Geographic no domingo de Páscoa.

Os arqueólogos acreditam amplamente que as pragas ocorreram numa antiga cidade de Pi-Ramsés no Delta do Nilo, capital do Egito durante o reinado do faraó Ramsés, o Segundo, que governou entre 1.279 aC e 1.213 aC.

A cidade parece ter sido abandonada há 3.000 anos atrás e cientistas afirmam que as pragas poderiam oferecer uma explicação para este abandono. Climatologistas que estudaram o clima antigo descobriram uma mudança drástica no clima da região, que ocorreu no final do reinado de Ramsés, o Segundo.
Ao estudar estalagmites em cavernas egípcias, os climatologistas foram capazes de reconstruir um registro dos padrões de tempo usando os traços de elementos radioativos contidos na formação calcária.

Eles descobriram que esses fatos coincidiram com o reinado de Ramsés. Antes havia um clima quente e úmido, mas depois o clima mudou para um período de seca.

O professor Augusto Magini, paleoclimatologista no instituto da Universidade de Heidelberg para a física do ambiente, disse que o “Faraó Ramsés II reinou durante um período muito favorável climáticas. Houve muita chuva e seu país floresceu. Este período úmido durou apenas algumas décadas. Após o reinado de Ramsés o clima faz uma curva acentuada para baixo em um gráfico. Há um período de seca, que certamente teria tido consequências graves”. Os cientistas acreditam que este parâmetro no clima foi o ponto de partida para a primeira das pragas.

O aumento das temperaturas poderia ter feito o rio Nilo secar, transformando o rio que flui rápido (que foi salva-vidas do Egito) em um movimento lento e cursos de água lamacenta.
Estas condições teriam sido perfeitas para a chegada da primeira praga, que na Bíblia é descrita como o Nilo voltando-se para o sangue.

O dr. Stephan Pflugmacher, biólogo do Instituto Leibniz de Água Ecologia e Pesca Interior, em Berlim, acredita que esta descrição poderia ter sido o resultado de uma alga tóxica de água doce. Ele disse que a bactéria, conhecida como Borgonha ou algas Blood Oscillatoria rubescens é conhecida por ter existido há 3.000 anos e ainda hoje provoca efeitos semelhantes.

“Ela se multiplica maciçamente no movimento lento das águas quentes com altos níveis de nutrição. E quando morre deixa manchas vermelhas na água”, disse.
Os cientistas também afirmam que a chegada deste conjunto de algas em movimento acarretou a chegada da segunda, terceira e quarta pragas – rãs, piolhos e moscas.

O desenvolvimento de girinos em adultos é regulado por hormônios que podem acelerar o seu desenvolvimento em tempos de estresse. A chegada das algas tóxicas teriam desencadeado tal transformação e forçou os sapos a deixarem a água em que viviam.

Com a morte das rãs, os mosquitos, moscas e outros insetos teriam se multiplicado por causa da falta de predadores. Esse fato, de acordo com os cientistas, poderia ter ocasionado a quinta e sexta pragas – gado doente e furúnculos.

“Nós sabemos que muitas vezes os insetos portadores de doenças como a malária provocam uma reação em cadeia, que é o surto de epidemias, fazendo com que a população humana fique doente”, explicou o professor Werner Kloas, biólogo do Instituto Leibniz.

Outra grande catástrofe natural que ocorreu a mais de 400 quilômetros de distância pode ser a responsável por desencadear a sétima, oitava e nona pragas, que trazem granizo, gafanhotos e trevas para o Egito.

Uma das maiores erupções vulcânicas da história da humanidade ocorreu quando Thera, um vulcão que fazia parte do arquipélago mediterrâneo de Santorini, ao norte da ilha de Creta, explodiu há cerca de 3.500 anos atrás. Essa erupção “vomitou” milhões de toneladas de cinzas vulcânicas na atmosfera.

Nadine von Blohm, do Instituto de Física Atmosférica da Alemanha, fez experiências sobre como se forma o granizo e acredita que as cinzas vulcânicas podem ter relação com trovoadas no Egito para produzir tempestades de granizo.

O dr. Siro Trevisanato, biólogo canadense que escreveu um livro sobre as pragas, disse que os gafanhotos também poderiam ser explicados pela vulcânica cair fora das cinzas.
“A queda de cinzas para fora do vulcão causou anomalias climáticas, que se traduz em precipitações mais elevadas e maior umidade. Isso é exatamente o que favorece a presença dos gafanhotos”, disse.

As cinzas vulcânicas também poderiam ter bloqueado a luz do sol realizando a história de uma praga da escuridão.

Os cientistas encontraram pedra-pomes, a pedra feita de arrefecimento de lava vulcânica, durante as escavações das ruínas do Egito, apesar de não haver qualquer vulcão no Egito.
A análise das rochas mostram que ela veio do vulcão de Santorini, fornecendo evidências físicas de que a precipitação de cinzas da erupção em Santorini atingiu a costa egípcia.

A causa da última praga, a morte dos primogênitos do Egito, tem sido sugerida como sendo causada por um fungo que pode ter envenenado o abastecimento de grãos, dos quais meninos primogênitos teriam prioridade em receber os alimentos da colheita, por isso foram a primeira vítima.

Mas o Dr. Robert Miller, professor de Antigo Testamento da Universidade Católica da América, disse: “Eu estou relutante em avançar com as causas naturais para todas as pragas”.



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