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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


domingo, 15 de março de 2015

Grandes mistérios da humanidade:

MITOS... NADA MAIS É, DO QUE A VERDADE CONTADA EM VÁRIAS VERSÕES.

Agartha e Shambala - Reino no interior da terra.



Agartha segundo histórias seria um reino no interior do planeta habitado por uma civilização extremamente avançada tecnológica e espiritualmente. Sua existência estaria relacionada ás teorias da Terra Oca e á cidade sagrada de Shambala uma das oito cidades sagradas localizadas em uma quarta dimensão, segundo a tradição ocultista baseada no hinduísmo, budismo e taoismo.


Segundo as lendas, existem, no mundo, sete entradas que dão acesso a esse incrível mundo altamente desenvolvido. E três dessas supostas entradas estão no Brasil. Uma delas está no centro das Cataratas do Iguaçu, outra está em Manaus e a terceira no Mato Grosso. Sorte a nossa que os nazistas não vieram para cá pois eles estavam a procura dessas terras ocas.
Muito além do Pólo Norte, haveria uma entrada para o interior da Terra. Aqui, de acordo com o almirante Richard E. Byrd, o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, viveria uma civilização muito mais evoluída do que o homem de superfície. Aqueles que povoaram a Terra 100.000 anos atrás e passaram a viver em subterrâneos. Uma guerra que aconteceu e incorreu na destruição da superfície da Terra, e que criou desertos.



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Martelo de Kingoodie - Martelo de 400 milhões de anos.


Este objeto foi descoberto no século XIX e intrigou muitos pesquisadores por volta de 1980. É uma martelo rudimentar encontrado pelo famoso cientista Sir. David Brewster na cidade de Kingoodie, na Escócia. O curioso desse martelo é que até hoje ninguém conseguiu uma explicação para todas as perguntas em torno deste. O martelo foi encontrado por Brewster em 1844 enquanto estava estudando fósseis, e fora levado para análise imediatamente. Inicialmente fora constatado que o martelo havia sido produzido na Idade da Pedra, porem as analises da época eram imprecisas. O martelo voltou à ser assunto arqueológico em 1985 quando uma nova datação revelou a idade real da ferramenta.


A nova analise feita por pesquisadores do Centro Britânico de Pesquisas Geológicas estimou a idade do martelo em algo construído no período Devoniano cerca de 360 a 410 milhões de anos atrás.
O curioso é que nesta época a Terra era povoada por animais marinhos primitivos e somente cerca de 300 milhões de anos depois é que os primeiros dinossauros surgiram no período Jurássico. Sendo assim a maioria dos cientistas consideram um absurdo haver uma civilização humana nesse período.
Extraterrestres, civilizações antigas ocultas na Terra ou contaminação que afetou o processo de datação? Muitas perguntas sem respostas para este artefato.

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Prato de Lolladoff - Prato de 12.000 anos.

Esta placa chamada "Prato de Lolladoff" é um prato de pedra com 12.000 anos de idade (10.000 antes de cristo), encontrada no Nepal. Isso mostra claramente um disco em forma de OVNI (difícil de ver a partir do ângulo da placa no entanto). Há também uma figura no disco semelhante a um alien Gray como conhecemos. Observe a forma da galáxia em espiral, bem como, com o estrangeiro dentro dela e do ufo no início do mesmo.
A espiral é uma forma geométrica encontrada em muitos lugares em toda a natureza, em muitas culturas antigas é retratado e deu um grande significado. Duas das formas mais populares em espiral no entanto nem sempre circular ou curva em forma são a espiral de Fibonacci e espiral de Ouro. A espiral também está bem representada através da geometria sagrada. A espiral tem muitos mistérios, e sua forma é universal, sua descrição constante nos textos antigos, fotos e simbologia é obviamente de grande importância.
Dizem que atualmente ele está guardado em um dos museus de Berlin.

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Incidente de Dyatlov Pass - Mortos por forças ocultas.


Um dos fatos surreais presenciados pelo mundo, o incidente de Dyatlov Pass foi um evento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite do dia 02 de fevereiro de 1959. O fato ocorreu na costa leste da montanha Kholat Syakhl conhecida como "Montanha dos Mortos".


A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que o esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas.

As autoridades soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.

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O caso das máscaras de chumbo - Possível envolvimento alienígena.


O dia 20 de agosto de 1966 marca uma data de mortes e mistério em Niterói, Rio de Janeiro.


Jorge da Costa Alves (18), subiu o Morro do Vintém para soltar pipa e encontrou dois homens mortos, aterrorizado, voltou para sua casa e, em poucos minutos, já estavam no local o corpo de bombeiros, policiais, perícias e imprensa. Os dois corpos estavam próximos um do outro e já cheiravam mal. Vestiam ternos e estavam deitados de costas, ligeiramente encobertos pelo mato. Sobre os corpos, capas impermeáveis sem nenhum sinal visível de violência, nem no local, nem nos corpos. Ao lado, uma garrafa de água mineral vazia e um pacote com duas pequenas toalhas e no rosto dos cadáveres máscaras de chumbo. Além das máscaras de chumbo foram encontrados indícios que complicavam ainda mais as circunstâncias. Uma agenda com sinais e números ao estilo de mensagens cifradas. Bilhetes, entre os quais um que dizia: "16:30 estar no local determinado. 18:30 ingerir cápsulas, após efeito proteger metais aguardar sinal máscara". O que deixa a situação mais assustadora é o fato que na noite em que os homens morreram dia 17 de agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a polícia para informar que viram um disco voador no alto do Morro do Vintém.

Para reforçar este mistério, os rapazes viviam tentando contatos com seres extraterrestres, ou coisas de outro mundo, disto não se tem dúvidas. Eram dados a práticas místicas, faziam experiências estranhas e perigosas. Uma delas foi realizada na praia de Atafona, perto de Campos. Os dois falecidos mais outros dois companheiros de nomes Élcio Gomes e Valdir, provocaram um fenômeno que resultou numa tremenda explosão. Várias casas das redondezas ficaram ligeiramente danificadas e, durante algum tempo, não se falava em outra coisa na região. Surgiu até uma história de que um disco voador teria caído na praia.
Durante a autópsia não foi constatado nenhum ferimento e uma investigação de substancias tóxicas nos órgãos internos foi impossível. O caso continua um mistério até hoje.
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ASSISTAM TAMBÉM:
Mistérios da Humanidade - Construções da Antiguidade
https://www.youtube.com/watch?v=ahIemKU3BMo
Mistérios da Humanidade - Objetos Misteriosos
https://www.youtube.com/watch?v=2S4dmy3s9TI


Astrônomos encontram evidências de dois novos planetas em nosso Sistema Solar!

19/11/14 - Além do suposto Planeta X, ainda pode existir um Planeta Y



Astrônomos encontram evidências de dois novos planetas em nosso Sistema Solar!
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A possibilidade da existência de um planeta nos confins do Sistema Solar ganhou força com base em órbitas de objetos recentemente descobertos. Se um suposto "Planeta X" já era motivo de discussões acirradas entre cientistas e astrônomos renomados, os debates tendem a ficar ainda mais intensos com a probabilidade de haver não apenas um Planeta X, mas também um "Planeta Y"!
A busca por um "Planeta X" além de Netuno vem acontecendo há mais de um século. Recentemente, dois planetas anões Senda e 2102 VP113 foram identificados com órbitas que se estendem a distâncias incrivelmente grandes, centenas de vezes maiores do que a distância entre a Terra e o Sol.
Os maiores objetos Trans-Netunianos conhecidos até o momento. Créditos: Wikimedia Commons

 

Suas órbitas são tão longínquas que podemos dizer que eles estão próximos da famosa Nuvem de Oort, uma região de cometas a cerca de 5.000 UA do Sol (1 UA [Unidade Astronômica] equivale a distância média entre a Terra e o Sol).
Os cientistas acreditam que tais objetos tenham se formado mais próximos do Sol, porém, a influência gravitacional de um (suposto) grande planeta seria uma explicação plausível para as alterações de suas órbitas.
Os irmãos Carlos e Raul de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madrid foram ainda mais longe. Segundo eles, "a análise de diversos cenários possíveis sugerem fortemente que pelo menos dois planetas trans-plutonianas (mais distantes que Plutão) devem existir".
À esquerda podemos ver o Sistema Solar interior e o Cinturão de Asteróides;
no centro temos o Sistema Solar interior e exterior até o Cinturão de Kuiper;
à direita vemos a Nuvem de Oort com TODO o Sistema Solar no centro
(ponto amarelo). Créditos: Tom Stephens
Ainda mais recentemente, Lorenzo Iorio do Ministério da Educação da Itália, assim como Universidades italianas também argumentaram que o Planeta X existe, mas estaria a uma distância muito superior do que a esperada. Através de cálculos matemáticos eles podem chegar a uma distância média de sua órbita, porém, isso depende muito da massa do suposto planeta. "Um objeto desconhecido tendo o dobro da massa da Terra, não poderia orbitar a uma distância inferior a 500 UA do Sol", completam.
Outros astrônomos estão mais cautelosos. David Jewitt, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles disse: "O Sistema Solar exterior pode ser repleto de corpos interessantes que ainda são invisíveis para nós, mas o argumento de que um grande objeto esteja perturbando as órbitas de outros corpos é um pouco intrigante".
Por enquanto essa grande questão não tem uma resposta definitiva, e só será resolvida de uma vez por todas se os astrônomos realmente encontrarem o suposto Planeta X, e quem sabe, o Planeta Y. Por enquanto, algumas equipes redobraram seus esforços para detectar objetos de tamanho modesto cujas órbitas possam nos ajudar a dar crédito, ou a rejeitar as teorias propostas até agora.

Fonte: Monthly Notices Letters of the Royal Astronomical Society
Imagens: (capa-ilustração) / Wikimedia / Tom Stephen

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Cientistas descobrem ‘GPS’ no cérebro humano

Esta ferramenta poderia lhe ajudar a encontrar seu grande amor, ou seu cachorro perdido?



O universo é cheio de mistérios que desafiam o nosso conhecimento atual. Em “Além da Ciência”, o Epoch Times coleta histórias sobre alguns estranhos fenômenos para estimular a imaginação e abrir a mente para novas possibilidades. Elas são reais? Você decide.
O Prêmio Nobel de Medicina de 2014 foi atribuído para a descoberta de “um GPS interno no cérebro”. Essa função do cérebro afeta o modo como nós mapeamos geograficamente nosso ambiente, mas ela poderia, também, nos guiar de outras maneiras?
Teorias com base nesta descoberta levam-nos para o reino da intuição e das “coincidências”. Quando você encontra a pessoa certa no momento certo, isso poderia ser resultado do trabalho deste sistema interno de posicionamento global (GPS)?
O pesquisador norueguês Edvard Moser, sua esposa May-Britt Moser, e o cientista britânico-americano Dr. John O’Keefe, descobriram que as chamadas células “grig” (ou rede), no cérebro, compõem este GPS interno.

As células “grid” normalmente ficam localizadas no hipocampo, mas também podem aparecer no Giro Cingulado anterior do cérebro, que desempenha um importante papel na emoção humana, disse o Dr. Bernard Beitman, psiquiatra formado na Universidade de Yale que atualmente trabalha na Universidade de Virginia, após ler parte da pesquisa premiada. “Este aspecto emocional do mapeamento das células ‘grid’ poderia tornar determinados locais mais altamente carregados nos mapas do cérebro. Assim como os mapas utilizados na navegação por GPS, estes mapas poderiam nos ajudar a encontrar caminhos em direção às pessoas, coisas e situações emocionalmente importantes”, escreveu Dr. Beitman em um e-mail para o Epoch Times.
O Epoch Times perguntou ao casal Moser o que eles achavam desta ideia. Edvard Moser respondeu por e-mail que “O link com as emoções é muito especulativo”.

O Dr. Beitman concorda que as conexões são especulativas, “Mas é a partir destas evidências que novas teorias podem se desenvolver”. Muitas curiosas coincidências que o Dr. Beitman tomou conhecimento, deixam claro para ele que as pessoas são, de alguma forma, capazes de mapear a sua localização em relação às pessoas ou lugares emocionalmente importantes. “O modo como isso funciona é nossa divertida questão”.
Ele deu um exemplo: “Uma mãe sentiu que sua filha de 6 anos de idade estava em perigo e correu para a beira de uma pedreira de águas profundas, onde encontrou-a brincando alegremente na beira da água. Como a mãe ‘sentiu’ o perigo? Como ela ‘sabia’ o caminho para chegar lá?”.
Da mesma forma, quando criança, o Dr. Beitman encontrou seu cão perdido após fazer uma curva errada em um bairro familiar. Era estranho para ele ir naquela direção, no entanto, aquilo o levou exatamente aonde ele precisava ir.
O “efeito gaveta” (referente à prática de engavetar estudos que chegaram a conclusões negativas; essas conclusões negativas referem-se a resultados que não possuem nada estatisticamente significado, ou são considerados coincidências casuais, que não nos afetam negativamente, ou, inclusive, podem se referir a resultados contrários a pesquisas anteriores ou ao que alguém espera) pode explicar algumas dessas coincidências, ele disse: nós lembramos de todas as vezes em que encontramos algo que precisávamos, no momento em que precisávamos, através de uma cadeia de eventos surpreendentes e acidentais, mas nos esquecemos de todas as vezes em que isso não aconteceu. Se levada em conta a riqueza de erros, os acertos se tornam mais prováveis estatisticamente.
No entanto, o Dr. Beitman acha que o “efeito gaveta” não é capaz de explicar o fenômeno como um todo, e ele não é o único que possui este entendimento. O veterinário, Dr. Michael Fox, já ouviu falar de animais de estimação que rastrearam seus donos ou encontraram ajuda quando precisaram, em situações que pareciam desafiar até mesmo seus aguçados sensos de olfato, visão ou audição.
Ambos os Doutores Beitman e Fox teorizam em relação a dados sensoriais ao nosso redor, que são percebemos inconscientemente. E estes dados guiariam o GPS. O Dr. Beitman fala da “psicoesfera” e o Dr. Fox fala da “empatoesfera” – uma camada existente em torno das pessoas que não pode ser percebida pelos cinco sentidos, mas que contém informações emocionais que podem ser “captadas” por receptores sensoriais que ainda não foram descobertos.
Se fizermos esta descoberta ou entendermos melhor o fenômeno, disse o Dr. Beitman, nós poderemos ser capazes de tornar essas coincidências úteis mais comuns em nossas vidas. Esse GPS poderia nos ajudar, muitas vezes, a encontrar crianças perdidas. Talvez ele pudesse ser o caminho para encontrar o amor, o trabalho certo, ou uma mão amiga em um momento de necessidade. Evidentemente, muito mistério ainda precisa ser desvendado, mas para o Dr. Beitman, é uma linha de pensamento que vale a pena ser seguida com uma investigação mais aprofundada.
O professor de ciência aeroespacial e reitor emérito da Escola de Engenharia e Ciência Aplicada na Universidade de Princeton, Robert G. Jahn, tem escrito sobre uma “rede de espaço de consciência” ou “uma rede de experiência”.
Em seu livro “Margins of Reality” (Margens da Realidade), ele se pergunta sobre a existência física da consciência humana e como ela pode ser mapeada. Ele também pondera, sob o ponto de vista da física quântica, como a consciência pode se mover em direção a um objetivo. “Uma pessoa é descrita como um amigo ‘próximo’ ou um parente ‘distante’, pode ter um pensamento ‘profundo’ ou ‘raso’; e nós permitimos que nossas mentes possam ‘vaguear’ por vários ‘campos conceituais’ antes de tomar uma ‘posição’ sobre uma questão.
Estas são descrições qualitativas. Ele se pergunta se é possível desenvolver descrições espaciais quantitativas relacionadas à consciência. Ele teoriza que a consciência humana tem a forma de onda e move-se, fisicamente, como tal, através do cérebro e além dele. Ele afirmou que um maior desenvolvimento da mecânica da consciência poderia formar uma “grade de experiência, ao longo da qual a consciência prossegue em direção ao seu objetivo, fazendo discriminações ou associações em cada conjuntura, um tanto quanto em um labirinto de quebra-cabeça ou nos jogos ‘Vinte Perguntas’ e ‘Charadas'”.









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